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O Movimento Pestalozziano existe no Brasil desde 1926, neste período Thiago M. Würth, natural da Alemanha, influenciado pela obra de Pestalozzi fundou a primeira escola no País, o Instituto Pestalozzi de Canoas, Rio Grande do Sul. Também sob a mesma influência, Helena Antipoff, que veio ao Brasil em 1929, para integrar a recém fundada Escola de Aperfeiçoamento Pedagógico de Belo Horizonte, fundou em 1932, a Associação Pestalozzi de Belo Horizonte. A partir daí, educadores encantados com a filosofia Pestalozziana, fundam em todo o País Associações Pestalozzi que agregam por norma estatuária o nome do município onde são criadas. Estas Associações são afiliadas a Federação Nacional das Associações Pestalozzi – FENAPESTALOZZI.

No Estado de Goiás o Movimento Pestalozziano está presente há 40 anos, no entanto até o ano de 2003 cada entidade vivia sua realidade e seus problemas de forma isolada, ao passo que se houvesse maior contato entre as Associações, o intercâmbio de idéias e a troca de experiências iriam favorecê-las. Foi com base nessa visão que em 12 de novembro de 2003 foi fundada a Federação das Associações Pestalozzi do Estado de Goiás – FEPESTALOZZI GOIÁS. Nesse período havia no Estado de Goiás, apenas 06 Associações Pestalozzi – a Associação Pestalozzi de Goiânia, Associação Pestalozzi de Catalão, Associação Pestalozzi de Caldas Novas, Associação Pestalozzi de Rio Verde, Associação Pestalozzi de Ipameri e Associação Pestalozzi de Santa Helena de Goiás. Sendo estas entidades as fundadoras da FEPESTALOZZI GOIÁS.

Atualmente possuímos 12 (doze) entidades formalmente constituídas e associadas à FEPESTALOZZI GOIÁS, localizadas nos Municípios de Águas Lindas de Goiás, Bela Vista de Goiás, Caldas Novas, Catalão, Goiânia, Inhumas, Ipameri, Itaberaí, Jataí, Rio Verde e Senador Canedo.

A FEPESTALOZZI GOIÁS tem como finalidade atuar na defesa dos direitos das pessoas com deficiência por meio de ações conjuntas com as afiliadas, famílias, firmando parcerias com órgãos públicos e privados nacionais, órgãos internacionais e com a sociedade civil em geral. No sentido de conscientizar e buscar a melhoria da qualidade de vida, desta população, desenvolvendo suas potencialidades, tornando-as úteis a si mesmo e a sociedade. Considerando que o processo de inclusão é de responsabilidade de todos, proporcionando assim uma sociedade baseada no princípio da eqüidade.